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Subsídios Jovens e Adultos

3º Trimestre de 2009
Os fundamentos da fé cristã e a perfeita comunhão com o Pai

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Lição 03 - Jesus, a luz do crente
Subsídio redigido pelo Pb. Sérgio Lenz [
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Lição 03

Texto Áureo: I Jo. 1.1 - Leitura Bíblica em Classe: Jo. 8.12

Objetivo: Mostrar que somente iluminados por Cristo poderemos refletir a sua glória e ser luz para o mundo.

INTRODUÇÃO
A relação entre luz e trevas é recorrente nos escritos de João. O que Deus nos revela, nas palavras desse Apóstolo? A esse respeito estudaremos na lição de hoje, mostrando que Jesus é a luz que dissipa as trevas. Ao final, veremos que os cristãos, como filhos da luz, devem resplandecer a luz de Cristo.

1. TREVAS E LUZ NOS ESCRITOS DE JOÃO
Nas Escrituras em geral, intelectualmente, luz é verdade, e trevas é ignorância e erro. Moralmente, luz é pureza e trevas é mal. A revelação de Deus através da mensagem profética é descrita na Bíblia como luz (Pv. 6.23; Sl. 119.105,130; II Pe. 1.19). Em Is. 42.6 e 49.6, Deus diz que faria Seu servo – Jesus - “luz para os gentios”. Paulo também escreveu aos crentes de Corinto sobre a “iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo” (II Co. 4.4,6). No Evangelho segundo João, existem várias passagens que tratam a respeito do simbolismo da luz. Três delas dão ênfase à luz como revelação da verdade (Jô. 9.4,5; 12.35, 36, 46; 11.9,10). Nesse evangelho, a luz tem um efeito moral, já que os homens são chamados a andar na luz. Em Jo. 3.19-21 há uma relação entre luz e pureza, trevas e mal. Por isso, os homens não apenas devem conhecer a verdade – intelectualmente – devem também praticá-la – moralmente. Não podem apenas ver a luz precisam também andar nela. Em I Jo. 2.8-11 encontramos uma alusão direta à luz em sua implicação moral. Qualquer pessoa que diz estar na luz (v. 9) precisa mostrar que está andando em amor (v. 10,11).

2. JESUS, A LUZ QUE ILUMINA AS TREVAS
Em Jo. 8.1-20, Jesus afirma ser a luz do mundo. Com essas palavras o Senhor declara que o mundo se encontra em trevas. Isso tem sido assim desde a queda do homem no pecado. Por andarem nas trevas os homens não compreendem a verdade de Deus. Mesmo com todo o avanço científico, as “trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos” (Is. 60.2). Jesus chama as pessoas a seguirem-NO para que deixem de andar em trevas e passe a ter a luz da vida. Esse ato deve ser integral, sem reservas, pois aqueles que seguem a Cristo precisam se entregar totalmente a Ele, seguindo o Cordeiro onde quer que Ele vá (Ap. 14.4). Deixar de seguir a Cristo é uma atitude de ignorância espiritual. Não existe outro modo de se aproximar de Deus, de sair das trevas, a não ser a aproximação do Pai através de Cristo (Jo. 14.6). A falta de conhecimento de Cristo é proporcional à ausência de conhecimento de Deus. Esse desconhecimento não é apenas de ordem intelectual, trata-se de uma falta de compromisso com o discipulado cristão. O Senhor disse que quem quiser ir após Ele deve negar a si mesmo, tomar a cruz e segui-lo (Mt. 16.24).

3. OS CRISTÃOS, FILHOS DA LUZ
No Sermão do Monte, em Mt. 5.14-17, Jesus afirma que os cristãos também são “a luz do mundo”, assim como Ele mesmo é a luz (Jo. 8.12; 9.5; 1.4,9; 3.19; 12.35,36). Os discípulos de Cristo devem resplandecer a Sua luz sobre o mundo, como luzeiros (Fp. 2.15), seguindo o exemplo também deixado por João Batista, a respeito do qual é dito que era uma lâmpada para os seus dias (Jo. 5.35). A luz deve ser colocada no velador – um sustentáculo de pedra fixado na parede no qual a lâmpada era posta – não debaixo de um alqueire – um recipiente utilizado para medir grãos. O objetivo da luz de Cristo sobre os crentes é para que os descrentes vejam “as boas obras” e glorifiquem ao Pai que está nos Céus.

CONCLUSÃO
Os crentes em Cristo devam andar na luz (I Jo. 1.7), isto é, ter uma vida santificada perante o Senhor e as pessoas crentes e descrentes (Ef. 5.8). Como diz o hino 96 da Harpa Crista: “Se na luz estamos, que divina luz! Se nos limpa sempre o sangue de Jesus, temos claridade em nosso coração, e vivemos nós na luz”.

BIBLIOGRAFIA
BOICE, J. M. As epistolas de João. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
STOTT, J. R. W. I, II e III João: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.

Fonte: Pb. José Roberto A. Barbosa

Lição 03

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SUBSÍDIO CPAD

Jesus, a Luz do Crente

TEXTO ÁUREO
"Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida"
(Jo 8.12).

VERDADE PRÁTICA
Somente iluminados por Cristo podemos refletir a sua glória e ser luz para o mundo.
HINOS SUGERIDOS 91, 116, 204

LEITURA DIÁRIA
Segunda
Mt 4.16
A presença de Jesus dissipa
as trevas
Terça
Lc 2.32
Jesus se revela como a luz
das Nações
Quarta
Jo 1.9
Jesus, a luz autêntica e imparcial
Quinta
Mt 4.16
Jesus, a luz que sara
Sexta
Mt 5.14,15
A luz do crente deve ser
constante
Sábado
Ap 21.23
Na glória, Cristo será a eterna luz

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 João 1.5-7; João 1.4-12.

INTERAÇÃO
Professor, esta lição trata do tema "luz". O assunto será primeiramente abordado tendo em vista o conhecimento da fonte de luz, e só então passará à análise do testemunho cristão. Pessoas há que acreditam que o "ser luz" resume-se à observação de um conjunto de regras, as quais farão com que elas se sobressaiam entre as demais. Entretanto, não podemos perder de vista o fato de que não temos "luz própria". Deus é a fonte de luz, e somente os que foram transformados pela Palavra de Deus e dEle se aproximaram é que podem realmente brilhar como testemunho vivo neste mundo (Fp 2.15)

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Reconhecer que o testemunho cristão só pode ser real se estiver baseado na fonte de luz.
Entender o uso diferente das expressões "luz" e "trevas" nos vários contextos da Bíblia.
Conscientizar-se do que, de fato, significa ser "luz".

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Prezado professor, compreender a utilização de uma mesma palavra em diferentes contextos da Bíblia, é imprescindível para entender corretamente a mensagem escriturística. Reproduza a tabela da página ao lado e, após discorrer sobre o primeiro tópico da lição que versa sobre cristologia, introduza os tópicos 2, 3 e 4 usando a tabela a seguir.

LUZ
TREVAS
Deus
2 Co 4.6; 1 Jo 1.5; Ap 22.5

Jesus
Mt 4.16; Jo 1.4-9; 3.19;8.12; 12.46,35,36

Cristão
Mt 5.14; 2 Co 6.14; Ef 5.8;1 Ts 5.5

Pecado

Mt 4.16; 6.23; Jo 12.46; Rm 13.12
Satanás
2 Co 11.14

Demônios
Lc 22.53; Ef 6.12

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave:
Luz
Claridade, luminosidade.

Nesta lição, com o propósito de manifestar Cristo como a luz divina e, seus seguidores como dependentes desta claridade, o apóstolo João fala do Filho de Deus como "Luz do mundo" (Jo 1.9; 8.12; 9.5), e chama os seus servos de "filhos da luz" (Jo 12.36). Isto significa que os cristãos compartilham da natureza divina, tão logo se tornam filhos do Altíssimo (Jo 1.12,13)

I. JESUS, O FILHO DE DEUS
João apresenta o Mestre como o homem perfeito, mas também divino. Ele é realista ao afirmar que Jesus tem um corpo físico, ou seja, é plenamente humano (Jo 19.38-40; 20.25-27) e, ao mesmo tempo, divino (Jo 20.28-31). Assim, contrariando os gnósticos (1 Jo 4.1-3; 2 Jo v. 7), João enfatiza que negar que Cristo veio em carne também é negar que Jesus é o Filho de Deus.
1. Jesus, o Filho de Deus. A Bíblia revela que Jesus é o Filho de Deus, através do qual temos:
comunhão com o Pai (Jo 14.6), purificação de todo o pecado (1.7-9) e defesa diante do Senhor (2.1). João estava plenamente convicto do que Isaías profetizara concernente ao Messias (Is 9.6), do que Deus dissera (Lc 3.21,22) e do que o próprio Cristo também afirmara de si mesmo enquanto exercia o seu ministério (Jo 8.36) no Getsêmani (Lc 22.42), perante o sinédrio (Mc 14.61,62) e até mesmo na cruz (Lc 23.46).
2. Os pilares da doutrina cristã proclamados por João. O apóstolo João defende que devemos crer no nome de Jesus como Filho de Deus (1 Jo 3.23), aceitar que Ele veio a este mundo em carne para nos salvar (4.2), e que esta é a única condição de termos comunhão com Ele (4.15; 5.1).

REFLEXÃO
"Cristo procurava todas as oportunidades de brilhar visivelmente entre os homens, deixando-os ver Deus." Myer Pearlman

SINOPSE DO TÓPICO (1)
Devemos crer em Jesus como Filho de Deus e aceitá-lo tal como veio a este mundo: Homem sem deixar de ser Deus. .

II.JESUS É A LUZ
João, inspirado pelo Espírito Santo, teve a missão de levar à Igreja a mensagem doutrinária sobre quem é Jesus Cristo. E, como já vimos, ele o faz destacando o fato de ter convivido com o Mestre (Jo 21.24; 1 Jo 5.20). O apóstolo Pedro também dá idêntico testemunho (2 Pe 1.16-18), e todos sabemos que, segundo a lei, o testemunho de dois homens é verdadeiro (Jo 8.17).
1. Deus é luz. A luz é uma das mais perfeitas figuras para exprimir a santidade, perfeição,justiça e sabedoria de Deus (2 Co 4.6). Isto é perceptível em toda a Bíblia. O apóstolo do amor afirma: "E esta é a mensagem que dele ouvimos e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma" (1 Jo 1.5). No último livro do Antigo Testamento, Malaquias profetiza o nascer do sol da justiça, referindo-se ao Senhor Jesus por ocasião da sua segunda vinda (Ml 4.2). Isaías profetizou sobre essa luz, que é Cristo (Is 9.1,2); Mateus registrou o seu cumprimento (Mt 4.12- 16); e Simeão o aguardava (Lc 2.28-35).
2. Jesus, a luz do mundo. Cristo, no início do seu ministério, habitou em Cafarnaum, na Galiléia, e ali iluminou diversas vidas (Mt 4.12-16). Muitas pessoas, alcançadas neste período, continuaram firmes e tornaram-se testemunhas do Senhor mediante o Espírito Santo (At 1.8). Jesus manifestou-se publicamente, declarando: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8.12). Sua mensagem adverte que o homem só terá a vida eterna se aceitar a Cristo e viver segundo a sua Palavra, nosso manual de regra de fé e prática de vida (Jo 5.24).

SINOPSE DO TÓPICO (2)
A luz é uma das mais perfeitas figuras que expressam a santidade, perfeição, justiça e sabedoria
de Deus.

IlI. AS TREVAS OPÕEM-SE Á LUZ
As trevas representam o nível de degradação espiritual e moral em que o mundo e o homem sem Deus se encontram. Elas se caracterizam pelo estado e pelas ações pecaminosas do homem, resultantes da transgressão de Adão para com Deus (Gn 3.6).
1. A origem das trevas do pecado. Trevas é um dos nomes do pecado (Jo 3.19; At 26.18), e tiveram sua origem na rebelião de Satanás contra Deus e no pecado de Adão e Eva contra o seu Criador e Senhor. A partir da Queda, a maldade, a corrupção, a depravação, o sofrimento, os vícios e a morte foram introduzidos no mundo (Rm 5.12). E foi para dissipar este estado de densas trevas que Deus enviou o seu Filho (Mt 4.16; Jo 3.16,17). Assim como a tragédia ocorrida no Éden afetou toda a humanidade, através do sacrifício de Jesus Cristo, todos aqueles que o aceitam como o seu Salvador são redimidos (Rm 5.17-21).
2. Outros usos da expressão trevas. Algumas vezes, dependendo do contexto, a Bíblia emprega este termo para referir-se a uma estrutura complexa deseres, composta por anjos malignos e seres humanos a serviço do mal e regidos pelo Diabo, que é o seu príncipe (Jo 14.30; 16.11; Ef 6.12; Jd v.6). Os homens não regenerados também são chamados de trevas (Ef 5.8), bem como os espíritos malignos (6.11,12). Em sua ignorância ou resistência à Palavra de Deus, os homens sem Deus estão indo de mal a pior e, caso não se convertam a Cristo, seu fim será o lago de fogo reservado para o Diabo e seus anjos (Mt 25.41).

SINOPSE DO TÓPICO (3)
As trevas representam o nível de degradação espiritual e moral em que o mundo e o homem sem
Deus se encontram.

IV. VIVENDO COMO FILHOS DA LUZ
Andar na luz (1 Jo 1.7) significa viver uma vida de santidade diante do Senhor, da Igreja e do mundo; viver uma vida de permanente separação de atitudes, atos e condutas pecaminosas. Esse modo de vida tem início quando o homem aceita a Cristo e sua Palavra e rejeita, cônscia e espontaneamente, toda a prática que fere os mandamentos do Senhor. Colocando essa decisão em prática, demonstramos que somos "luz no Senhor" (Ef 5.8).
1. Filhos da luz. Contrastando o estado dos efésios, antes da conversão, o apóstolo dos gentios os qualifica agora como "luz no Senhor" (Ef 5.8). Por sua vez, a Bíblia denomina os servos de Deus como filhos da luz, pelo fato de termos o privilégio de ser participantes da sua natureza divina, da imagem moral de Cristo. Uma vez que, através de Cristo Jesus, somos filhos de Deus, nosso viver em bondade, pureza e retidão deve refletir o caráter de Deus (Mt 5.48). Por isso, não somos apenas um brilho, mas pessoas comprometidas com a exaltação do nome de Deus por meio da nossa conduta em meio a uma sociedade corrompida (Fp 2.15).
2. A luz está intimamente ligada à vida. Do cristão se espera uma vida de alegria, segurança e irrepreensível em todas as esferas e em toda e qualquer circunstância (2 Rs 4.9; Jr 17.7,8; Ec 9.8;). Tal pessoa tornou-se membro da família de Deus (Ef 2.19; Lc 8.21) e participante da plenitude do Senhor e de suas bênçãos (Ef 3.19; 1.3). Além disso, agora compartilha da natureza de Cristo, e suas atitudes expressam retidão (Mt 5.48), bondade (Lc 10.25- 37) e justiça (Rm 6.18-22). Enquanto os homens pecadores evitam a luz (Jo 3.19,20), Jesus ordena aos salvos a manifestarem a sua luz para que o Pai seja glorificado por meio de suas vidas (Mt 5.14-16).

SINOPSE DO TÓPICO (4)
Pelo fato de sermos filhos da luz, somos participantes da natureza divina e temos a imagem moral de Cristo.

CONCLUSÃO
Jesus é a Luz do mundo, por Ele fomos feitos filhos da Luz. É o seu desejo que nossa luz resplandeça no meio de uma geração alienada de Deus, incrédula, mundana e perdida, para que o povo veja nossas boas obras, converta-se e glorifique ao nosso Pai que está nos céus.

REFLEXÃO
"Somos luzes no mundo, mas a energia que nos sustenta não é própria,antes tem origem numa fonte inesgotável e causal - Cristo, a luz do mundo". Geremias do Couto

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Teológico
"Imagem de luz e trevas nas epístolas joaninas
A polarização entre luz e trevas encontrada no Evangelho de João é transportada para suas epístolas e para o livro de Apocalipse. Em 1 João 2.8 encontramos nuanças escatológicas na imagem luz/trevas: '[...] vão passando as trevas, e já a verdadeira luz alumia' (cf. Rm 13.12). Isso é consistente com a ênfase joanina na vida eterna como uma experiência já disponível para os crentes, embora a ser consumada no futuro. A luz do mundo continua a brilhar após o retorno de Jesus para o Pai; as trevas não conseguem dominá-la. Contudo, na presente era, as trevas não passam totalmente.
A afirmação: 'Deus é luz' (1 Jo 1.5) é uma metáfora. Não obstante, no mesmo versículo aparece o tema do contraste das trevas em oposição à luz: 'Não há nele treva nenhuma. A natureza absoluta da polarização também é indicada: para João, a luz e as trevas são mutuamente excludentes e não podem coexistir. Nada que tenha alguma coisa que ver com trevas pode ter alguma coisa que ver com Deus. Assim, no versículo seguinte (1.6), por implicação, a pessoa que afirma ter comunhão com o Senhor e, contudo, caminha nas trevas não tem nenhum relacionamento com Deus, independentemente doque ela afirme".

(ZUCK, Roy B. Teologia do NovoTestamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.228).

VOCABULÁRIO
Alienado: Alheio, ignorante.
Depravação: Perversão, corrupção.
Exprimir: Revelar, manifestar, expressar.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HOOVER, T. R. Comentário Bíblico: 1 e 2 Coríntios. RJ: CPAD, 1999.
PEARLMAN, M. Epístolas Paulinas. RJ: CPAD, 1998.

SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 38, p. 37.

EXERCÍCIOS
RESPONDA
1. Cite os pilares da doutrina cristã proclamados por João.
R. A crença no nome de Jesus como Filho de Deus, o ato de aceitar que Ele veio em carne e que esta é a única condição de termos comunhão com o Senhor.

2. Mencione duas referências bíblicas relacionadas a Jesus como a luz do mundo.
R. Mt 4.12-16; Jo 8.12.

3. Qual a origem das trevas?
R. . As trevas tiveram origem na rebelião de Satanás contra Deus e no pecado de Adão e Eva contra o seu Criador e Senhor.

4. Que outros sentidos, além de pecado, o termo trevas pode terna Bíblia?
R. Algumas vezes a Bíblia emprega este termo para referir-se a uma estrutura complexa de seres, composta por anjos malignos e seres humanos a serviço do mal e regidos pelo Diabo, que é o seu príncipe (Jo 14.30; 16.11; Ef 6.12; Jd v.6). Os homens não regenerados também são chamados de trevas (Ef 5.8), bem como os espíritos malignos (6.11,12).

5. Que características possuem os filhos da luz?
R. Bondade, pureza e retidão.

APLICAÇÃO PESSOAL
Estar na luz é a condição que dá ao crente a possibilidade de avaliar sua conduta diante de Deus. Buscar esconder-se nas trevas é uma ilusão, pois o próprio senso comum sabe que escuridão é apenas a ausência da luz. Na realidade, as trevas não existem por si mesmas. Elas só se alojam onde não há claridade. Como cristãos, devemos procurar a presença do Senhor Jesus. É ela que expõe a verdade sobre nós mesmos. A luz que emana do Senhor revela-nos a situação em que nos encontramos. Talvez nossa auto-imagem não corresponda à imagem real que conhecemos diante da presença de Deus. Sobretudo, mesmo na vida biológica, a luz é uma condição para a nossa existência, o que não é diferente em nossa vida espiritual. Aproximemo-nos do Senhor e deixemos que a sua glória revele nosso real estado. Mesmo não sendo o que esperávamos ver, será benéfico para tomarmos a decisão de estar mais próximos dEle. Esta salutar atitude fará com que não nos desviemos e nos manterá firmes até a sua Vinda.

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